segunda-feira, 30 de abril de 2012

LIÇÃO DE SABEDORIA

Um cientista muito preocupado com os problemas do mundo passava dias em seu laboratório, tentando encontrar meios de minorá-los.

Certo dia, seu filho de 7 anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou fazer o filho brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível removê-lo, procurou algo que pudesse distrair a criança. De repente, deparou-se com o mapa do mundo. Estava ali o que procurava. Recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:

- Você gosta de quebra-cabeça? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está ele todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Mas faça tudo sozinho!.

Pelos seus cálculos, a criança levaria dias para recompor o mapa. Passadas algumas horas, ouviu o filho chamando-o calmamente.

A princípio, o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível na sua idade conseguir recompor um mapa quem jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia sido capaz?

- Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?

- Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo.!!!

(autor desconhecido)

KIT DE SOBREVIVÊNCIA PARA O DIA-A-DIA

VARA DE PESCAR

Para lembrarmos de pescar as boas qualidades dos outros.
ELÁSTICO

Para lembrarmos de sermos flexíveis: as coisas nem sempre acontecem do jeito que queremos, mas no final dão certo.
BAND-AID

Para lembrarmos de curar sentimentos magoados, nossos ou de outros.
LÁPIS

Para lembrarmos de escrevermos as bênçãos e favores que recebemos todos os dias.
APAGADOR

Para lembrarmos que todos nós erramos, porém devemos apagar
estes erros.
CHICLETES

Para lembrarmos de que se nos esticarmos, podemos realizar
qualquer coisa.
COFRE

Para lembrarmos de que valemos uma fortuna para nossas
famílias e amigos.
BATOM

Para lembrarmos de que todos precisam de beijos e abraços.
SAQUINHO DE CHÁ

Para lembrarmos de relaxarmos diariamente.
Para o mundo talvez sejamos apenas alguém...
mas para alguém, podemos ser o mundo!

sexta-feira, 27 de abril de 2012

INFORMAÇÃO, POR FAVOR

 Quando eu era criança, bem novinho, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança.

        Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda da sala. Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha mãe falava com alguém.

        Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal. O nome dela era "Uma informação, por favor" e não havia nada que ela não soubesse. "Uma informação, por favor" poderia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa.

        Minha primeira experiência pessoal com esse gênio-na-garrafa veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo. A dor era terrível, mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia.

        Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido ate que pensei: O telefone! Rapidamente fui até o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente a cômoda da sala. Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido. Alguém atendeu e eu disse:

        - Uma informação, por favor.

        Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido:

        - Informações.

        - Eu machuquei meu dedo... - disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência.

        - A sua mãe não está em casa? - ela perguntou.
       
        - Não tem ninguém aqui... - eu soluçava.

        - Está sangrando?
       
        - Não. - respondi - Eu machuquei o dedo com o martelo, mas tá doendo...

        - Você consegue abrir o congelador? - ela perguntou.

        Eu respondi que sim.
       
        - Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo. - disse a voz.

        Depois daquele dia, eu ligava para "Uma informação, por favor" por qualquer motivo. Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Philadelphia. Ela me ajudou com os exercícios de matemática. Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas. Então, um dia, Petey, meu canário, morreu. Eu liguei para "Uma informação, por favor" e contei o ocorrido. Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que está crescendo. Mas eu estava inconsolável. Eu perguntava:

        - Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?

        Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente:

        - Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também...

        De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor. No outro dia, lá estava eu de novo.

        - Informações. - disse a voz já tão familiar.

        - Você sabe como se escreve "exceção"?

        Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacífico. Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga. "Uma informação, por favor" pertencia aquele velho aparelho telefônico preto e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho telefônico branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala. Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam da minha memória. Freqüentemente, em momentos de dúvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo.

        Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um molequinho. Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos. Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos.

        Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o numero da operadora daquela minha cidade natal e pedi:

        - Uma informação, por favor.

        Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo:

        - Informações.

        Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando:
       
        - Você sabe como se escreve "exceção"?

        Houve uma longa pausa.

        Então, veio uma resposta suave:

        - Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul.

        Eu ri:

        - Então, é você mesma!

        Eu disse:

        - Você não imagina como era importante para mim naquele tempo.

        - Eu imagino. - ela disse - E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações. Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse.

        Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã.

        - É claro! - ela respondeu - Venha até aqui e chame pela Sally.

        Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã. Quando liguei, uma voz diferente respondeu:

        - Informações.

        Eu pedi para chamar a Sally.

        - Você é amigo dela? - a voz perguntou.

        - Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul.

        - Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente. Infelizmente, ela morreu há cinco semanas.

        Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou:

        - Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul?

        - Sim.

        - A Sally deixou uma mensagem para você.

        - Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse. Eu vou ler pra você.

        A mensagem dizia:

        "Diga a ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também. Ele vai entender."

        Eu agradeci e desliguei. Eu entendi...


NUNCA SUBESTIME A MARCA QUE VOCE DEIXA NAS PESSOAS!

(Autor desconhecido)

(extraído do site http://hrsl.sites.uol.com.br/)

Idosos ou Velhos?

Autor desconhecido



Você se considera uma pessoa idosa, ou velha? Acha que é a mesma coisa?
Pois então ouça o depoimento de um idoso de setenta anos:
Idosa é uma pessoa que tem muita idade. Velha é a pessoa que perdeu a jovialidade.
A idade causa degenerescência das células. A velhice causa a degenerescência do espírito. Por isso nem todo idoso é velho e há velho que ainda nem chegou a ser idoso.
Você é idoso quando sonha. É velho quando apenas dorme.
Você é idoso quando ainda aprende. É velho quando já nem ensina.
Você é idoso quando pratica esportes, ou de alguma outra forma se exercita. É velho quando apenas descansa.
Você é idoso quando ainda sente amor. É velho quando só tem ciúmes e sentimento de posse.
Você é idoso quando o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida. É velho quando todos os dias parecem o último da longa jornada.
Você é idoso quando seu calendário tem amanhãs. É velho quando seu calendário só tem ontens.
O idoso é aquela pessoa que tem tido a felicidade de viver uma longa vida produtiva, de ter adquirido uma grande experiência. Ele é uma ponte entre o passado e o presente, como o jovem é uma ponte entre o presente e o futuro. E é no presente que os dois se encontram.
Velho é aquele que tem carregado o peso dos anos, que em vez de transmitir experiência às gerações vindouras, transmite pessimismo e desilusão. Para ele, não existe ponte entre o passado e o presente, existe um fosso que o separa do presente pelo apego ao passado.
O idoso se renova a cada dia que começa; o velho se acaba a cada noite que termina.
O idoso tem seus olhos postos no horizonte de onde o sol desponta e a esperança se ilumina. O velho tem sua miopia voltada para os tempos que passaram. O idoso tem planos. O velho tem saudades.
O idoso curte o que resta da vida. O velho sofre o que o aproxima da morte.
O idoso se moderniza, dialoga com a juventude, procura compreender os novos tempos. O velho se emperra no seu tempo, se fecha em sua ostra e recusa a modernidade.
O idoso leva uma vida ativa, plena de projetos e de esperanças. Para ele o tempo passa rápido, mas a velhice nunca chega. O velho cochila no vazio de sua vida e suas horas se arrastam destituídas de sentido.
As rugas do idoso são bonitas porque foram marcadas pelo sorriso. As rugas do velho são feias porque foram vincadas pela amargura.

Em resumo, idoso e velho, são duas pessoas que até podem ter a mesma idade no cartório, mas têm idade bem diferente no coração.

A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante. Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experiências e oportunidades, ao final dos seus anos guardará a jovialidade de um homem sábio. Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho.

Autor desconhecido - extraído do site: http://www.direitodoidoso.com.br/

 

quinta-feira, 26 de abril de 2012

HOJE É O DIA CERTO...

Já ancorado na Antártica, ouvi ruídos que pareciam fritura.

Pensei: Será que até aqui existem chineses fritando pastéis ?

Eram cristais de água doce congelados que faziam aquele som quando entravam em contato com a água salgada.

O efeito visual era belíssimo.

Pensei em fotografar, mas falei para mim mesmo:

- Calma, você terá muito tempo para isso. Nos 367 dias que se seguiram, o fenômeno não se repetiu.

"Algumas oportunidades são únicas".

Como diz Dalai Lama: Só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito.

Um se chama "ontem" e outro "amanhã" portanto, HOJE é o dia certo para AMAR, ACREDITAR, FAZER principalmente VIVER!

AMIR KLINK

Idosos ou Velhos?

Autor desconhecido



Você se considera uma pessoa idosa, ou velha? Acha que é a mesma coisa?
Pois então ouça o depoimento de um idoso de setenta anos:
Idosa é uma pessoa que tem muita idade. Velha é a pessoa que perdeu a jovialidade.
A idade causa degenerescência das células. A velhice causa a degenerescência do espírito. Por isso nem todo idoso é velho e há velho que ainda nem chegou a ser idoso.
Você é idoso quando sonha. É velho quando apenas dorme.
Você é idoso quando ainda aprende. É velho quando já nem ensina.
Você é idoso quando pratica esportes, ou de alguma outra forma se exercita. É velho quando apenas descansa.
Você é idoso quando ainda sente amor. É velho quando só tem ciúmes e sentimento de posse.
Você é idoso quando o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida. É velho quando todos os dias parecem o último da longa jornada.
Você é idoso quando seu calendário tem amanhãs. É velho quando seu calendário só tem ontens.
O idoso é aquela pessoa que tem tido a felicidade de viver uma longa vida produtiva, de ter adquirido uma grande experiência. Ele é uma ponte entre o passado e o presente, como o jovem é uma ponte entre o presente e o futuro. E é no presente que os dois se encontram.
Velho é aquele que tem carregado o peso dos anos, que em vez de transmitir experiência às gerações vindouras, transmite pessimismo e desilusão. Para ele, não existe ponte entre o passado e o presente, existe um fosso que o separa do presente pelo apego ao passado.
O idoso se renova a cada dia que começa; o velho se acaba a cada noite que termina.
O idoso tem seus olhos postos no horizonte de onde o sol desponta e a esperança se ilumina. O velho tem sua miopia voltada para os tempos que passaram. O idoso tem planos. O velho tem saudades.
O idoso curte o que resta da vida. O velho sofre o que o aproxima da morte.
O idoso se moderniza, dialoga com a juventude, procura compreender os novos tempos. O velho se emperra no seu tempo, se fecha em sua ostra e recusa a modernidade.
O idoso leva uma vida ativa, plena de projetos e de esperanças. Para ele o tempo passa rápido, mas a velhice nunca chega. O velho cochila no vazio de sua vida e suas horas se arrastam destituídas de sentido.
As rugas do idoso são bonitas porque foram marcadas pelo sorriso. As rugas do velho são feias porque foram vincadas pela amargura.

Em resumo, idoso e velho, são duas pessoas que até podem ter a mesma idade no cartório, mas têm idade bem diferente no coração.

A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante. Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experiências e oportunidades, ao final dos seus anos guardará a jovialidade de um homem sábio. Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho.

Autor desconhecido - extraído do site: http://www.direitodoidoso.com.br/

terça-feira, 24 de abril de 2012

DEFICIÊNCIAS

Renata Vilela

Já andei por tantos caminhos e já vivi tantas coisas, que hoje vejo que o preconceito e discriminação estão em cada um de nós, e cabe a nós quebrá-los para que possamos viver numa sociedade mais justa e humana.

Hoje posso afirmar que:

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

"Louco" é quem não procura ser feliz.

"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.

"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão.

"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

"Diabético" é quem não consegue ser doce.

"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.

E "Miserável" somos todos que não conseguimos falar com Deus.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Orgulho do pai

Quatro amigos encontraram-se em uma festa, após 30 anos sem se verem. 
Alguns drinques aqui, bate papo de lá e de cá e um deles resolve ir ao banheiro. Os que ficaram começaram a falar sobre os filhos. O primeiro diz: 
- Meu filho é meu orgulho. Ele começou a trabalhar como Office Boy em uma empresa. Estudou, se formou em Administração, foi promovido à gerente da empresa e hoje é o Presidente. Ele ficou tão rico, tão rico, que no aniversário de um amigo na semana passada, ele deu uma Mercedes nova para ele. 
O outro disse: 
- Nossa, que beleza! Mas meu filho também é um grande orgulho para mim. Ele começou trabalhando como entregador de passagens. Estudou e formou-se 
piloto. Foi trabalhar em uma grande empresa aérea. Resolveu entrar como sócio na empresa e hoje ele é o dono. Ele ficou tão rico, que no aniversário de um amigo, também na semana passada, ele deu-lhe um avião 737 
de presente. 
O terceiro falou: 
- Nossa, parabéns! Mas meu filho também ficou muito rico. Ele estudou, formou-se em Engenharia Civil e abriu uma construtora. Deu tão certo que 
ele ficou milionário. Ele também deu um super presente para um amigo que fez aniversário por esses dias. Ele construiu uma casa de 500 metros quadrados na praia para ele. 
O amigo que havia ido até o banheiro chegou e perguntou: 
- Qual é o assunto? 
- Estamos falando do orgulho que temos de nossos filhos. 
- E o seu? O que ele faz? 
- Meu filho é garoto de programa, dorme o dia todo e ganha a vida fazendo a alegria dos boiolas. 
E os amigos disseram: 
- Nossa que decepção para você! 
E ele respondeu: 
- Que nada, ele é meu orgulho! É um grande sortudo! Ele fez aniversário semana passada e ganhou uma casa na praia com 500 metros quadrados, um pai!

Orgulho de ser fruta

Antigamente, chamava-se viado de "fruta". Talvez o diálogo a seguir esclareça a origem do termo. 
Conversam três bichinhas, afetadamente, uma querendo "abafar" mais do que a outra. Diz a primeira: 
- Sabe, se eu tivesse que ser uma fruta, queria ser uma banana, pra ser todinha descascada e depois mordida por um rapaz bem guloso! 
- Já eu queria ser uma maçã, bem vermelhinha, pra ser comida com casca e tudo! - Rebate a segunda. 
Toda cheia de si, a terceira diz, com ar de mistério: 
- Pois eu, meus amores. . . Eu queria ser uma jabuticaba! 
As outras duas estranham: 
- Jabuticaba, bicha? Que babado é esse? 
- Jabuticaba sim, senhoras! Pensem bem, que delícia: Quando eu não estivesse grudada num pau, estaria sendo chupada! . . .